sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sou uma mulher! Como viver num corpo de homem?

Alma de mulher em corpo de homem, lançamento da Butterfly Editora, é um romance empolgante, que ajuda o leitor a refletir sobre a Lei de Ação e Reação.

Trecho do livro:
"No plano espiritual, Carlota vê-se diante da necessidade de reencarnar em corpo de homem. Depois de abusar da mediunidade e da beleza quando encarnada, recusa-se a entender que precisa reformular a conduta. A providência divina permite que um benfeitor espiritual a auxilie a recapitular os erros do passado... Recorda-se que abriu as portas de sua casa para atender aqueles que buscavam o intercâmbio com o Além. Ao saber que a médium realizava curas, Mônica pedira a Floriano, seu marido, que a conduzisse até ela. A esposa de Floriano, que era médico, perdera um filho e não conseguia engravidar. Cético, Floriano atendeu ao pedido de Mônica. O médico apaixonou-se pela médium e relegou as obrigações profissionais e os deveres conjugais...

(...) - Meu Deus! Isso vai além das minhas forças! Nunca, não posso! Sou uma mulher! Como viver num corpo de homem? É impossível!
Ela se agitava, perdendo-se entre a paisagem iluminada por cores difusas, perfumada por flores das mais diversas espécies. Um rio caudaloso, límpido, exalava um frescor primaveril, que também se irradiava de águas represadas em lagos imensos. Ali, naquela dimensão, a natureza conspirava para a paz e a elevação da alma.
- Por que tudo me convida a recordar? Se eu errei, também recebi a contrapartida do destino! Deixei a existência sem que ninguém lamentasse minha partida. Fui abandonada, esquecida, não ouvi uma palavra de consolo.
Olhava fixamente para o horizonte, como se esperasse uma resposta. A brisa acariciava sua face contraída, que revelava a dor que abrigava no íntimo. Não compreendia o motivo de tal condenação - retornar à carne num corpo de homem. Será que havia cometido um crime tão grande que justificasse sentença tão cruel? Como era possível retornar ao mundo na condição antagônica à sua personalidade? Homem? Nunca!
Quando parecia quedar-se na tristeza e quase entregar-se ao desânimo, a energia presente no ambiente refazia-lhe a alma sem que ela o sentisse. De imediato, recobrava as forças:
- Meu Deus! Aqui fui convidada a relembrar o passado. Que as tuas bênçãos recaiam sobre aquele que aqui me conduziu. Mas piedade senhor! Um corpo de homem vai enclausurar minha alma! Eu não quero sofrer nessa prisão. Não posso aceitar tal destino! Piedade de mim, eu vos peço perdão dos meus erros, mas que a sentença seja revista, por misericórdia, não serei capaz de suportar tal desdita.
Lágrimas se derramaram pelo rosto convulso. Seria capaz de vencer tão difícil provação? Atravessar uma existência aprisionada a um corpo que não daria vazão aos seus anseios, à sua feminilidade? O que pensariam dela? E ela mesma, como julgaria seu comportamento? Do que seria capaz? Imaginava que a revolta tomasse conta do seu ser e então cometesse crimes ainda maiores do que aqueles que já lhe pesavam à consciência.
- Meu Deus!
Seu grito se perdeu na imensidão do arvoredo, sufocado pelo gorjear de pássaros e pelo vento que acariciava a relva e revolvia a superfície das águas mansas e doces que banhavam a região.
Sentia-se condenada a retornar à carne prisioneira de um corpo que lhe sufocaria as maiores aspirações. A tempestade que se abatia sobre a alma contrastava com a paz em que reinava naquele ambiente celestial.
(...) Entregando-se à piedosa manifestação da natureza, que a abraçava qual filha querida, retomou a serenidade. Foi então que viu, diante de si, um radioso espírito benfeitor.
- Carlota querida, que Deus nos dê forças para ir mais adiante. Estamos no espaço espiritual do Brasil, nos Jardins da Luz, onde o amor é soberano e reina espalhando a paz. Esqueça o passado e volte-se para o futuro radioso que a aguarda. Estamos diante da bondade do Pai. Curvemo-nos diante de Sua grandeza e façamos planos para o amanhã.
Admirada com a aparição, a mulher pareceu ganhar novas esperanças. Suas preces foram ouvidas. Deus a atendera e enviara um de seus mensageiros para socorrê-la. Certamente ele revogaria a sentença que lhe parecia impossível de cumprir. Que lhe fosse concedida a oportunidade de reparar os erros cometidos, mas que retornasse conservando o que lhe parecia a individualidade do seu ser - a feminilidade, que voltaria a se manifestar num corpo de carne. Iria empenhar-se, buscar o perdão daqueles a quem ofendera, repor aquilo que houvera furtado, devolver a felicidade às almas que talvez se ressentissem dessa perda, mas - estava certa disso - jamais alcançaria tal intento aprisionada num corpo masculino. Retornar nessa condição lhe parecia um passo na direção do fracasso.
Observando-a detidamente, com respeito, a entidade se manifestou. Sua fala era um alívio para ela, que absorvia cada palavra como um bálsamo que reconfortava sua alma.
- Sou Zéfiro. Estamos numa psicoteca. Neste local, formas-pensamento servem ao propósito de nos educar. Como se fosse um arquivo de consciências, nos ajuda a revolver o passado com a intenção de construir um presente melhor. Esse é nosso dever: rever o passado e evitar cometer os mesmos erros.
Depois de uma breve pausa, talvez com a intenção de dar tempo àquela alma para que refletisse em suas palavras e as considerasse em seu benefício, Zéfiro continuou a se manifestar. Expressava-se com brandura, o que facilitava àquela que o ouvia atentamente absorver o esclarecimento.
- Quando aquele que vai reencarnar faz por merecer, aqui encontra sugestões e lições, por intermédio das quais vai decidir os passos que dará na próxima encarnação. O livre-arbítrio de cada um permite o tracejar de uma nova existência. Misericordioso, o Criador não nos impõe condenações. Se nos sentimos sentenciados, a condenação foi lavrada pela própria consciência, onde se encontram registradas as leis divinas.
Foi então que, ânimo apaziguado, ela percebeu que outros partilhavam daquele encontro em tão celestial localidade. Zéfiro, que até então falava apenas com ela, dirigiu-se a todos os presentes, abrindo seus braços em largo gesto de fraternidade. Sentiu-se reconfortada entre aquela multidão resignada e esperançosa. Será que ela era a única a sentir-se impossibilitada de cumprir o que lhe era destinado pela Providência? Haveria outros, entre aqueles que a rodeavam, que deveriam retornar à Terra na condição inversa daquela que se habituaram a manifestar? Homens que reencarnariam no corpo de mulheres?
Zéfiro prosseguiu, agora determinado a conduzir as consciências ao desfecho de seu raciocínio.
- Aqui está arquivado o conhecimento daqueles que foram os construtores da humanidade. Filósofos, cientistas, historiadores, religiosos, profetas... Aqui encontramos tudo o que precisamos saber para evitar reincidir no fracasso em nova existência. Dispor dessa sabedoria, nesse momento, é a oportunidade que nos auxiliará a evitar tombar, novamente, nos descaminhos da vida.
Atendendo aquela que ainda clamava, em pensamento, contra a necessidade de encarnar no corpo de um homem, o mentor amigo esclareceu, ao mesmo tempo que a envolvia em doce vibração:
- Deus é justiça e amor! Aceite a vontade do Pai! Faz-se necessário, nesse instante, rever condicionamentos que se arraigaram em sua mente. Desenovelar o emaranhado de pensamentos que a afligem. Somente nessa condição, que lhe é reservada agora, você conseguirá isso, alma querida! Dores e aflições maiores a aguardam se você retornar num corpo de mulher.
Estremecida diante daquele que lhe adivinhava o íntimo, ela se calou e aceitou a vontade superior, mas ainda desejava ouvir mais esclarecimentos. "Por quê?", era a indagação que martelava seu pensamento. Embora sentisse que era justa a condição na qual reencarnaria, ansiava por maiores esclarecimentos. Foi então que se desprendeu dela a interrogação, tal qual um clamor:
- Por quê?
A resposta do espírito de luz não se fez demorar.
- As cortinas que a impedem de contemplar o passado vão abrir-se. Confie em Deus. Veja! Retire, das imagens que vão se suceder,as lições que colocará em prática na encarnação que se avizinha. Observe seu comportamento. Retire da reação advinda dos seus atos o peso de suas ações. Com a mesma veemência que um dia você açoitou, em pensamento, a alma daqueles que andavam a seu lado, lance-se contra si mesma.
Um denso nevoeiro tolheu sua visão. O doce perfume e a cálida umidade da atmosfera a envolveram suavemente. Do céu, raios de luz projetavam-se em sua direção...
Foi quando, inebriada por aqueles eflúvios divinos, ouviu novamente a voz de Zéfiro, que lhe pareceu ecoar no cerne de sua alma:
- Cristo ainda espera por você!
- Jesus? Jesus espera por mim?
Suavemente, ela cerrou os olhos, envolvida pela imagem daquele que há muito havia deixado para trás.

(...) - Júlio? Júlio? - Alguém falou pelo interfone do edifício.
Mais do que depressa, Júlio atendeu ao chamado e fez questão de descer, para receber o amigo. Abriram-se as portas do elevador e Júlio percorreu com rapidez a distância que o separava da entrada do prédio. Estava ansioso por receber o visitante.
- Padre Marcelo! Vamos subir! Que surpresa! No dia da ressurreição de Jesus, meu amigo também ressurge! Quem é vivo sempre aparece!
- E quem não é amigo também aparece, não se esqueça disso... Júlio, meu amigo! Como é bom revê-lo. Vejo que o Mestre está bem vivo em seu coração! Não imagina como me faz bem o teu abraço.
Padre Marcelo, um homem franzino, amadurecido muito além dos seus 40 anos, estampava no rosto um quadro de preocupações. Parecia prisioneiro de uma angústia sem fim, que lhe vincava a face serena, mas entristecida.
- Júlio, um abraço! Onde estão Floriano e Mônica?
- Estamos sós, padre. Ao menos por enquanto. Mônica foi passear com Floriano. Ela acredita que os passeios fazem bem à gravidez, no que eu concordo. Estou acompanhado apenas pelo meu violino. Tocava para alegrar minha alma. Vim para passar alguns dias e acabei ficando. Mas em breve vou retornar para a capital. Não posso ficar por muito tempo, mas bem que gostaria de permanecer aqui mais algumas semanas.
- Meu caro amigo, Deus sabe o que faz. Estamos no lugar certo, com as pessoas certas, na hora certa de nossa vida. Aproveitemos a oportunidade que temos à nossa frente. Esqueça, ao menos por um momento, seus compromissos na capital e volte a sua alma para aqueles que estão saudosos da sua companhia. Meu bom amigo, por que nos abandonou por tanto tempo?
Júlio abraçou, mais uma vez, o amigo. O carinho do padre fazia-lhe muito bem. Sentia-se querido, sua companhia era desejada por aqueles que mais amava. Não era essa a felicidade possível na Terra, ser amado?

(...) No centro da cidade, um casal caminhava pelas ruas tranquilas, mãos dadas e corações entrelaçados pelo amor. As vielas arborizadas ostentavam, ao lado de edifícios modernos, antigos casarões que recordavam o passado daquela região.
- Floriano querido! Estou muito feliz! Nunca me senti assim antes. Parece que Deus nos abençoou com a felicidade. O sonho da minha vida está para se realizar. Agora terei em meus braços dois amores. Mas não fique com ciúme, meu queridinho...
Mais do que depressa o esposo respondeu:
- Amor da minha vida, sua alegria é a minha também. É tão bom saber que você carrega o nosso bebê, aquele a quem tanto desejamos. Seja essa a maior de todas as nossas alegrias. Não sei se vou sentir ciúme, mas, se isso acontecer, você será a primeira a saber, tenha certeza. Você sabe, não sou homem de esconder as coisas...
- Floriano! Mais quatro meses e ele estará junto de nós. Mas não fique preocupado. Não vou esquecer você. Como poderia esquecer o amor da minha vida? Você é o meu anjo da guarda encarnado.
A resposta de Floriano se resumiu a um largo sorriso.
"Anjo da guarda, eu?", pensou. "Quanto me sinto longe dessa condição..."
- Depois de três anos de espera, não vejo a hora de ser mãe. - O olhar de Mônica perdeu-se ao contemplar a face de Floriano. Mas bem depressa a gestante retornou à Terra: - Precisamos comprar o berço! O enxoval está quase pronto. Mal posso esperar ouvi-lo dizer "mamãe".
Floriano respondeu com um abraço apertado, carinho que envolveu ternamente mãe e filho. Um beijo demorado selou a felicidade que transbordava daqueles corações. Para ele, a vida poderia parar ali. Sentia-se dono de uma felicidade indescritível. Mônica era uma flor que desabrochava ao contato dos seus braços, perfumava sua vida com alegria.
"Quem disse que não era possível ser feliz na Terra?", pensou.
De volta à terra natal, Floriano - médico formado em uma famosa universidade sediada no exterior - era casado havia três anos e só agora recebera a ventura de ser pai. A notícia da gravidez da esposa, aguardada há anos, fora a melhor que recebera nos últimos tempos. Às vezes se perguntava: "Por que esse desejo tão grande de ser pai?" Ele mesmo respondia: "Talvez porque desejo olhar para alguém com os mesmos traços do meu corpo, alguém que ajudei a trazer de volta ao mundo", e perdia-se em divagações.
Sentindo o olhar curioso da esposa, deu-lhe uma notícia:
- Amor da minha vida, você sabe quanto gosto de poesia. Júlio prometeu que vai musicar uma canção de ninar que compus para o nosso filho.
- Me abrace, meu poeta - respondeu Mônica, entregando-se de coração àquele que tanto amava.
A distância, algumas pessoas olhavam curiosas para o casal que, alheio ao mundo que os rodeava, entregava-se a um demorado beijo. Não eram personagens de um filme ou de uma novela. Tratava-se de pessoas comuns, almas que se doavam espontaneamente, ligadas pelo amor que transcende o tempo e o espaço.
Entregues aos carinhos, corações entrelaçados pelo magnetismo que os unia, Mônica e Floriano ignoravam os habitantes do mundo invisível que os seguiam de perto, incomodados com a felicidade que transbordava daquelas almas e que lhes parecia injustamente concedida.
- Eles não perdem por esperar! Em breve terão aquilo que merecem! - Uma voz ouviu-se nas sombras, carregada de ódio e vingança.
(...) - Júlio, meu amigo... Num dia tão feliz, por que uma canção tão triste? - perguntou padre Marcelo ao jovem amigo, exímio violinista.
- Uma tristeza tomou conta de mim, padre, mas já passou. Estou bem. Sua visita alegrou meu coração. Sinto falta daquelas nossas longas conversas sobre a natureza da alma, sobre a reencarnação. O amigo continua estudando essa questão?
- Prossigo esse estudo e tenho encontrado evidências que me fizeram ainda mais crente nas existências sucessivas. É claro que guardo para mim as conclusões. Bem o sabe, Júlio, que a Igreja não aceita essa possibilidade, que me parece, hoje, inquestionável. Mas o que fazer? Confirmá-la, de público, me obrigaria a abdicar da batina. E o que faria da promessa que fiz a Cristo? Não posso trair minha vocação.
- Bem imagino o que lhe vai na alma. Às vezes me parece que tudo neste mundo é contradição. Nos últimos dias, ando um pouco triste, envolvido em preocupações tantas que só encontro a paz quando toco o meu violino. Ele tem sido meu fiel companheiro nos últimos anos.
- Amigo Júlio, você é muito jovem e têm grandes alegrias para viver. Também ando preocupado, mas tenho fortes razões para isso. Hoje é o dia de o confessor abrir seu coração. Vou incomodá-lo com o meu desabafo. Infelizmente, o que vou dizer não é favorável a nós, mas o que fazer?
Surpreso, Júlio respondeu, compreensivo:
- Padre, somos irmãos. Vamos conversar. Fique à vontade. Sente-se. - E apontou uma confortável poltrona revestida de couro.
A sala, ampla e arejada, convidava ao relaxamento. Notava-se a preocupação dos moradores de ofertar, a si mesmos e àqueles que amavam, um remanso de paz. Nas paredes, quadros de rara beleza retratavam belas paisagens de várias partes do mundo. Entre o mobiliário, que refletia a modernidade da época, encontravam-se algumas peças antigas, relíquias de família.
Em busca de coragem para extravasar o que lhe atormentava a alma, o padre cerrou os olhos e respirou profundamente.
Júlio o observava, curioso.
"O que aconteceu com o meu amigo?", pensou. "Faz tanto tempo que não o vejo e o encontro assim, abalado, enfraquecido. Um homem de tanta fé, tão querido por todos.... O que aconteceu com ele? Que Deus me ajude a auxiliá-lo nesse momento difícil."
Interrompendo os pensamentos do jovem, o padre começou a falar, voz baixa, pausada, que revelava apreensão.
- Júlio, meu amigo, ouça-me com paciência. Esta noite um pesadelo assaltou-me a alma. Ainda estou perturbado por essa lembrança. Escute com atenção a descrição do que vi com tanta clareza: nós dois, em tempos distantes, assaltamos dois cobradores de impostos. Planejamos tudo. Ferozmente, você atacou um deles, até matá-lo. Eu, por minha vez, atirei o outro pela janela na direção da morte. Nós dois, Júlio, premeditamos um crime e juntos o realizamos. Que pesadelo terrível! Não consigo me libertar dessas imagens que me parecem tão verdadeiras. Tudo se passou na minha mente como se assistisse a um filme. E, o pior, eu me sentia lá, como se tudo estivesse acontecendo novamente. Que tortura! E por que essa lembrança emerge do fundo da minha alma logo agora? Será um sinal? Um mau agouro?"

6 comentários:

Unknown disse...

Bom dia, Afonso, carinhosa saudação.

Graças a Deus, terei logo seu livro em minha mão, saiba que, de ansiedade não se desencarna, mas tudo para dizer quanto estou feliz por você.

Desejo-lhe longos dias de paz e muita alegrias...

Atensiosamente,
Inês.

Anônimo disse...

Oi Afonso

Terminei de ler o livro em velocidade de raio! Gostei da trama bem engendrada. Ficou o gostinho de quero mais. Afinal de contas, o livro não fala de fato das aventuras da Carlota no corpo do homem... Que tal uma continuação?

bj

Jung

Anônimo disse...

Afonso querido, que Deus te abençoe e te guie por esses caminhos. Parabéns pelo livro!

Paulo M.

HRP disse...

Gostaria de compprar o livro, aqui meu Email:
hrpman@yahoo.com.br
Desde já agradeço por qualquer dica!

levi disse...

Eu ja li este livro a mais de dez anos, e ainda o possuo, é uma grande obra literária e de grande valor para enriquecimento espiritual.
O que eu gostaria de saber é porque o mesmo foi reeditado com um outro título e com o nme de autor diferente?
O exemplar que eu posuo se intitula: "CRISTO ESPERA POR TI" de autoria do Espirito Honoré de Balzaque, psicografado pelo médium Waldo Vieira.
Levi Acioli de Araujo

Anônimo disse...

Gostaria de ler esse livro, como poderei adquirí-lo.
joaofdasilvajunior@gmail.com